sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

A professora de Geografia deseja a todos os alunos um bom 2013 cheio de saúde e pesquisas geográficas.


Resultados da primeira eliminatória das Olimpíadas de Geografia

GEÓGRAFOS SELECIONADOS PARA A SEGUNDA ELIMINATÓRIA
 
TURMA
ALUNO
PONTUAÇÃO
7ºE
Catarina Cavalgantii
100
7ºE
Débora Pereira
100
7ºE
Diogo Rodrigues
100
7ºE
João Miranda
100
7ºE
Ana Silva
90
7ºE
Bárbara Teixeira
90
7ºE
José Gomes
90
7ºE
Nuno Félix
90
7ºE
Ana Pinto
80
7ºE
Inês Silvério
80
7ºE
Inês França
80
7ºE
Miguel Morais
80
7ºE
Gabriel Monteiro
70
7ºE
Vitória Pereira
70


















 
TURMA
ALUNO
PONTUAÇÃO
7ºF
Bruno Gomes
100
7ºF
Simão Mesquita
100
7ºF
Ana Seabra
80
7ºF
Flávia Costa
80
7ºF
Gonçalo Moura
70
7ºF
Joana Silva
70











 
TURMA
ALUNO
PONTUAÇÃO
7ºG
Matilde Cameira
100
7ºG
Tatiana Vilela
100
7ºG
André Luís
90
7ºG
Hugo Monteiro
90
7ºG
Ana Cunha
80
7ºG
Ana Vieira
80
7ºG
João Oliveira
80
7ºG
Miguel Fernandes
80













TURMA
ALUNO
PONTUAÇÃO
7ºH
João Pedro
90
7ºH
Carina Sousa
80
7ºH
João Miguel
80
7ºH
Maria Morais
80
7ºH
Carina Matos
70











TURMA
ALUNO
PONTUAÇÃO
8ºF
Pedro Nogueira
90
8ºF
Mariana Ribeiro
80
8ºF
Nelson Camões
80
8ºF
Vasco Botelho
70







Bom trabalho!



quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

sábado, 1 de dezembro de 2012




A menina que calou o mundo...



fala 20 anos depois!



Bússola



A palavra “bússola” significa “pequena caixa”. É composta por uma agulha magnética na horizontal suspensa pelo centro de gravidade, e aponta sempre para o eixo norte.

Ao usar a bússola, deves sempre colocá-la o mais na horizontal possível. Se fizeres leituras com a bússola inclinada estarás a cometer erros. O polegar deve estar corretamente encaixado na respetiva argola, com o indicador dobrado debaixo da bússola, suportando-a numa posição nivelada.







 
Como utilizar


Ao utilizares uma bússola, procura sempre colocá-la o mais na horizontal possível.

Nunca realizes as leituras perto de objetos metálicos ou de circuitos elétricos.




Boa Orientação!

sábado, 24 de novembro de 2012

No dia 17 de novembro, um mini tornado na área costeira de Portimão provocou estragos em quatro restaurantes de praia e diversos empreendimentos turísticos, derrubou árvores e postes de eletricidade, mas não fez qualquer vítima.
A área mais afetada foi a Praia do Vau, onde telhados, esplanadas e montras de quatro restaurantes de praia ficaram parcialmente destruídos, devido ao vento forte que se fez sentir cerca das 22h44 naquele local.
O fenómeno meteorológico foi descrito pelo Comando Distrital Operacional de Operações de Socorro (CDOS) de Faro como sendo "um mini tornado", que afetou também "um apartamento e derrubou várias árvores e postes de eletricidade".
A área afetada estende-se da Praia dos Três Irmãos (Alvor) à Praia da Rocha, onde houve registo de estragos em diversos empreendimentos turísticos.
Junto à Praia dos Careanos, no empreendimento "Presidente", "o vento partiu a porta do bar e varreu por completo a sala de uma ponta a outra", relatou um dos funcionários, apontando danos em mobiliário e em equipamento frigorífico.
A 500 metros, no Edifício "Amarilis", uma moradora contou ter assistido a "montras de lojas a partir e a um cabeleireiro a ficar quase destruído".
Mesas, cadeiras e até um aquecedor a gás da esplanada do Empreendimento "Os Arcos", também na Praia da Rocha, "voaram de súbito para o jardim e para dentro da piscina", testemunhou a "barmaid" do estabelecimento, que teve que se abrigar atrás do balcão para não ser atingida pelos fragmentos de vidro de uma montra que não resistiu à força do vento.


sábado, 17 de novembro de 2012

Jogos didáticos


Círculos de referência


http://www.geografia7.com/jogo-dos-ciacuterculos-e-poacutelos.html



Coordenadas Geográficas


http://www.geografia7.com/jogo-das-coordenadas-geograacuteficas.html



Acidentes litorais


http://www.geografia7.com/jogo-dos-acidentes-do-litoral-portugues.html



Acidentes Litorais Portugueses
1 - Tômbolo de Peniche





Tômbolo de Peniche é um istmo que resulta da acumulação de sedimentos arenosos transportados pelas correntes marítimas. Este uniu a pequena ilha ao continente.


2 - Ria de Aveiro (Haff-delta de Aveiro)



A “Ria“de Aveiro resultou da regressão marinha e do assoreamento conjugado do rio Vouga e do mar numa antiga reentrância do litoral - golfo.
Os sedimentos arrancados do litoral rochoso a Norte, foram arrastados pela corrente marítima (deriva Norte-Sul) dando origem a um cordão arenoso. À medida que este cordão se ia estendendo, foi-se construindo um outro, agora de Sul para Norte. À medida que estes cordões avançaram isolaram as águas marinhas, formando uma laguna onde o rio Vouga e alguns afluentes passaram a desaguar e depositar os aluviões dando origem a pequenas ilhotas arenosas.
O assoreamento (acumulação de sedimentos) acabou por aproximar os dois cordões, fazendo-se atualmente a comunicação entre a água da laguna e do oceano por uma barra artificial que o Homem tem constantemente de desassorear.
Também se chama haff-delta, pois o rio desagua na laguna (haff), formando um delta interior.


3 - Lido de Faro






O Lido de Faro localizado no Sotavento Algarvio, resultou da acumulação de sedimentos que foram arrastados por uma corrente de sentido Oeste-Este, originando um conjunto de restingas e ilhotas separadas por braços de mar.
A Costa de Faro tem uma configuração diferente da Costa de Aveiro, mas em ambas as regiões foram favorecidas por factores como as reentrâncias costeiras, as correntes marítimas, as águas pouco profundas e uma costa alta, próxima. A costa de arriba tacada pela erosão forneceu grandes quantidades de detritos que as correntes e os ventos as marés foram transportando e depositaram nas águas baixas e abrigadas.